Como trabalhamos

Entender antes de prescrever. Construir antes de prometer escala.

A maior parte do dinheiro perdido em projeto de consultoria não é gasto na solução errada. É gasto na solução certa para o problema errado.

Por isso não começamos vendendo entregável – começamos descobrindo onde a sua operação realmente trava.

Começar pelo diagnóstico

Quatro movimentos

Nessa ordem.

Pular etapa não acelera. Só transfere o custo para a frente.

01

Entendemos

Antes de qualquer recomendação, olhamos o negócio inteiro: o que você vende, para quem, quanto sobra, como a operação funciona no dia a dia, o que já foi tentado e o que trava a decisão. Números, processos, pessoas e contexto – não só o sintoma que você trouxe.

Você sai desta etapa com: o problema nomeado com precisão, e não só percebido.

02

Estruturamos

Com a causa identificada, desenhamos o que precisa existir: prioridades, processos, responsáveis, indicadores, tecnologia e a ordem em que cada coisa entra. Ordem importa – arrumar o preço antes de investir em tráfego muda o resultado dos dois.

Você sai desta etapa com: um plano com sequência, responsável e critério de pronto. Não um relatório.

03

Construímos

Aqui é a diferença. Não entregamos a recomendação e vamos embora. Coordenamos pessoas, sistemas, conteúdo, finanças e fornecedores até a solução funcionar dentro da rotina da empresa – com quem trabalha lá, não em paralelo a eles.

Você sai desta etapa com: a coisa funcionando, e não uma apresentação sobre como ela funcionaria.

04

Acompanhamos

Medimos o que foi implantado, corrigimos o que não pegou, documentamos para a empresa não depender de memória, e só ampliamos o que já provou que opera.

Você sai desta etapa com: capacidade de continuar sem nós.

O que fica resolvido

Clareza antes de execução. Estrutura antes de escala.

A entrega não é um pacote fixo de documentos. Cada etapa existe para eliminar uma dúvida concreta do negócio.

01

Diagnóstico

Causas, gargalos, riscos e o que atacar primeiro

02

Arquitetura

Processos, papéis, indicadores, tecnologia e roteiro de implantação

03

Implantação

Coordenação de equipe, especialistas, entregas e critério de aceite

04

Evolução

Governança, medição, correções e os próximos ciclos

Princípios de execução

O que fazemos e o que evitamos.

Estes princípios existem porque cada um deles foi aprendido num projeto real.

  1. 01

    Automatizar o repetitivo, nunca o processo ruim.

    Automação não conserta processo quebrado – só faz o erro acontecer mais rápido e em maior escala.

  2. 02

    Definir a fonte da verdade antes de criar mais relatório.

    Empresa com cinco painéis que discordam entre si não tem excesso de dados: tem falta de decisão sobre qual deles vale.

  3. 03

    Separar evidência de opinião, e promessa de hipótese.

    O que sabemos, o que achamos e o que ainda vamos testar entram no plano com nomes diferentes.

  4. 04

    Preservar reversibilidade quando a tecnologia muda.

    Toda mudança precisa de caminho de volta. Sistema sem rollback não é sistema, é aposta.

  5. 05

    Medir resultado, não movimento.

    Time ocupado não é time produtivo. O indicador tem que responder se o negócio melhorou.

Contextos que conhecemos por dentro

Há negócios em que já sabemos o que perguntar.

Experiência recorrente num setor encurta a curva de aprendizado e melhora a qualidade das perguntas antes de qualquer proposta.

01

Saúde e clínicas

jornada do paciente, aquisição local, operação multiprofissional, convênios e conhecimento clínico

02

Educação e negócios do conhecimento

especialistas, formação profissional, conteúdo autoral, plataformas e recorrência

03

Serviços profissionais

advocacia, consultorias e especialistas que dependem de autoridade e aquisição qualificada

04

Pequenas e médias empresas

operações em crescimento que precisam profissionalizar gestão, finanças, processos e tecnologia sem inchar a estrutura

Gilberto Fernandes em retrato de estúdio, de blazer cinza e braços cruzados, olhando para a câmera

Quem conduz

Direção estratégica com responsabilidade pela execução.

Gilberto Fernandes

Administrador com mais de 15 anos de experiência em gestão, estratégia, finanças, saúde, marketing e tecnologia. Formação em Administração, pós-graduação em Controladoria, Finanças e Gestão de Riscos, MBA em Gestão da Saúde e mestrado em Administração e Gestão de Empresas em andamento.

Atua no diagnóstico da operação, na definição de prioridades, na arquitetura das soluções e na coordenação da implantação.

O papel da direção não é executar cada disciplina isoladamente. É garantir que decisão, recurso, pessoa, sistema e resultado continuem falando a mesma língua – porque é exatamente nessa costura que a maioria dos projetos se perde.

O método aplicado

Três projetos, três contextos diferentes.

Cada projeto abaixo passou pelas mesmas quatro etapas, mas terminou em soluções diferentes.

Ver todos os resultados →
01

ABRACE

Conhecimento clínico transformado em operação digital recorrente

Na prática: O conhecimento da instituição virou um catálogo digital que continua disponível depois de produzido e pode receber novos conteúdos continuamente.

02

Clínica Alegrare

Estrutura financeira que sustenta decisão

Na prática: A leitura financeira deixa de depender apenas do saldo bancário e ganha critérios para caixa, resultado e decisão.

03

Clínica Alegrare

Infraestrutura ociosa transformada em produto

Na prática: A mesma infraestrutura passou a ter uma segunda possibilidade comercial sem depender de negociação improvisada a cada interessado.

Comece pelo problema real

Você não precisa enquadrar o problema numa solução antes da conversa.

O diagnóstico existe justamente para evitar esse atalho.

Começar pelo diagnóstico